sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Escala paroquial de fevereiro

NOVENAS
01/02
missal: cristian
microfone: Heitor
coroinhas: Matheus e Tamile
08/02

missal: Michel 
microfone: Rafael 
coroinhas: Samara e Ana Paula
15/02
missal: Victor
microfone: Gustavo
coroinhas: silvava e Alex fontinelle 
22/02
missal: James
microfone: Ricardo 
coroinhas: Ana paula Zanete e paulo
MISSA DE BENÇÃO
04/02
missal: Rodrigo
microfone:Heitor 
coroinhas:Alexia e Kevin
11/02
missal: Rafael
microfone: Ricardo 
coroinhas: Adriana e Geivison
18/02
missal: Gustavo 
microfone:Cristian 
coroinhas: Andrei e Tamile 
25/02
missal: Victor 
microfone: Heitor
coroinhas: Silvani e Nayara
MISSA DOMINICAL
06/02
missal:Rodrigo
microfone:Felipe
coroinhas:Rita e Rafaela
NOITE
missal:Heitor
microfone: Michel
coroinhas: Pamela e Samara
13/02
missal:Felipe
microfone: Gustavo
coroinhas:Nathalia e Alex Fontinelle 
NOITE
missal:James
microfone:Rafael 
coroinhas:Neto e Geivison
20/02
missal: Victor
microfone:Cristian
coroinhas:Ana Paula e  Silvana
NOITE
missal:Ricardo
microfone: Michel
coroinhas: Nayara e Samara
27/02
missal: Rodrigo
microfone: Heitor
coroinhas: Adriana e Ana Paula Zanete
NOITE
missal: James
microfone: Felipe
coroinhas: Rafaela e Yula
OBS: Quem não puder servir em algum determinado dia entrar em contato com o Rodrigo, no numero: 32480907!!!!! 


quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O ano liturgico

Ano litúrgico é o período de doze meses, divididos em tempos litúrgicos, onde se celebram como memorial, os mistérios de Cristo, assim como a memória dos Santos.

Durante o ano inteiro celebramos a vida de Cristo, desde a sua em Encarnação no seio da Virgem Maria, passando pelo seu Nascimento , Paixão, Morte, Ressurreição, até a sua Ascensão e a vinda do Espírito Santo.
Mas enquanto civilmente se comemoram fatos passados que aconteceram uma vez e não acontecerão mais, (muito embora esses fatos influenciem a nossa vida até os dias de hoje), no Ano Litúrgico, além da comemoração, vivemos na atualidade, no dia-a-dia de nossas vidas, todos os aspectos da salvação operada por Cristo. A celebração dos acontecimentos da Salvação é actualizada, tornada presente na vida actual dos crentes.
Por exemplo: no dia 7 de Setembro comemora-se o Dia da Independência do Brasil. Pois bem, esse fato aconteceu uma única vez na História do mundo. Já do ponto de vista religioso, no Ano Litúrgico, a cada Natal é Cristo que nasce no meio das famílias humanas, é Cristo que sofre e morre na cruz na Semana Santa, é Cristo que ressuscita na Páscoa, é Cristo que derrama o Espírito Santo sobre a Igreja no dia de Pentecostes. De forma que, ao fazermos memória das atitudes e dos fatos ocorridos com Jesus no passado, essas mesmas atitudes e fatos tornam-se presentes e actuantes, acontecem hoje, no aqui e agora da vida dos cristãos.
Com base no que foi comentado acima, podemos perceber que existiu a necessidade de se organizar essas comemorações. E assim aIgreja fez, ao longo de séculos, estabelecendo um calendário de datas a serem seguidas, que ficou sendo denominado de “Ano Litúrgico” ou “Calendário Litúrgico”.
O Ano Civil começa em 1º de Janeiro e termina em 31 de Dezembro. Já o Ano Litúrgico começa no 1º Domingo do Advento (cerca de quatro semanas antes do Natal) e termina no sábado anterior a ele. Podemos perceber, também, que o Ano Litúrgico está dividido em “Tempos Litúrgicos”, como veremos a seguir.
Antes, porém, vale a pena lembrar que o Ano Litúrgico é composto de dias, e que esses dias são santificados pelas celebrações litúrgicas do povo de Deus, principalmente pelo Sacrifício Eucarístico e pela Liturgia das Horas. Por esses dias serem santificados, eles passam a ser denominados dias litúrgicos. A celebração do Domingo e das Solenidade, porém, começa com as Vésperas (na parte da tarde) do dia anterior.
Dentre os Dias Litúrgicos da semana, no primeiro dia, ou seja, no Domingo (Dia do Senhor), a Igreja celebra o Mistério Pascal de Jesus, obedecendo à tradição dos Apóstolos. Por esse motivo, o Domingo deve ser tido como o principal dia de festa.
Cada rito litúrgico da Igreja Católica tem o seu Calendário Litúrgico próprio, com mais ou menos diferenças em relação ao Calendário Litúrgico do Rito romano, o mais conhecido. No entanto, para todos os ritos litúrgicos é idêntico o significado do Ano litúrgico, assim como a existência dos diversos tempos litúrgicos e das principais festas litúrgicas.
A Igreja estabeleceu, para o Rito romano, uma seqüência de leituras bíblicas que se repetem a cada três anos, nos domingos e nas solenidades. As leituras desses dias são divididas em ano A, B e C. No ano A lêem-se as leituras do Evangelho de São Matheus; no ano B, o de São Marcos e no ano C, o de São Lucas. Já o Evangelho de São João é reservado para as ocasiões especiais, principalmente as grandes Festas e Solenidades.
Nos dias da semana do Tempo Comum, há leituras diferentes para os anos pares e para os anos ímpares, tirando o Evangelho, que se repete de ano a ano. Deste modo, os católicos, de três em três anos, se acompanharem a liturgia diária, terão lido quase toda a Bíblia.
O Ano Litúrgico da Igreja é assim dividido:
  1. Ciclo da Páscoa
  2. Ciclo do Natal
  3. Tempo comum
  4. Ciclo santoral
Este Ano litúrgico da Igreja tem leituras bíblicas apropriadas para as comemorações de cada santo em particular, perfazendo um total de 161 comemorações. Destas, apenas 10 têm leituras próprias. Aí também estão as 15 solenidades e 25 festas, com leituras obrigatórias, as 64 comemorações necessárias e 94 comemorações facultativas, com leituras opcionais. O Calendário apresenta também 44 leituras referentes à ressurreição de Jesus Cristo, além de diversas leituras para os Santos, Doutores da Igreja, Mártires, Virgens, Pastores e Nossa Senhora.

Tempos litúrgicos

Estes tempos litúrgicos existem em toda a Igreja Católica. Há apenas algumas diferenças entre os vários ritos, nomeadamente em relação à duração de cada um e à data e importância de determinadas festividades. A descrição que se segue corresponde ao Rito romano.
O Tempo do Advento possui dupla característica: sendo um tempo de preparação para as solenidades do Natal, em que comemoramos a primeira vinda do Filho de Deus entre os homens, é também um tempo em que, por meio desta lembrança, se voltam os corações para a expectativa da segunda vinda de Cristo no fim dos tempos. Por esse duplo motivo, o tempo do Advento se apresenta como um tempo de piedosa expectativa da vinda do Messias, além de se apresentar como um tempo de purificação de vida. O tempo do Advento inicia-se quatro domingos antes do Natal e termina no dia 24 de Dezembro, desembocando na comemoração do nascimento de Cristo. É um tempo de festa, mas de alegria moderada.
Após a celebração anual da Páscoa, a comemoração mais venerável para a Igreja é o Natal do Senhor e suas primeiras manifestações, pois o Natal é um tempo de fé, alegria e acolhimento do Filho de Deus que se fez Homem. O tempo do Natal vai da véspera do Natal de Nosso Senhor até o domingo depois da festa da aparição divina, em que se comemora o Batismo de Jesus. No ciclo do Natal são celebradas as festas da Sagrada Família, de Maria, mãe de Jesus e do Batismo de Jesus.
O Tempo da Quaresma é um tempo forte de conversão e penitência, jejum, esmola e oração. É um tempo de preparação para a Páscoa do Senhor, e dura cerca de quarenta dias. Neste período não se diz o Aleluia, nem se colocam flores na Igreja, não devem ser usados muitos instrumentos e não se canta o Glória a Deus nas alturas, para que as manifestações de alegria sejam expressadas de forma mais intensa no tempo que se segue, a Páscoa. A Quaresma inicia-se na Quarta-feira de Cinzas, e termina na manhã de Quinta-feira Santa.
O Tríduo Pascal começa com a Missa da Santa Ceia do Senhor, na Quinta-Feira Santa. Neste dia, é celebrada a Instituição da Eucaristia e do Sacerdócio, e comemora-se o gesto de humildade de Jesus ao lavar os pés dos discípulos.
Na Sexta-Feira Santa celebra-se a Paixão e Morte de Jesus Cristo. É o único dia do ano que não tem Missa, acontece apenas uma Celebração da Palavra chamada de “Ação ou Ato Litúrgico”.
Durante o Sábado Santo, a Igreja não exerce qualquer acto litúrgico, permanecendo em contemplação de Jesus morto e sepultado.
Na noite de Sábado Santo, já pertencente ao Domingo de Páscoa, acontece a solene Vigília Pascal. Conclui-se, então, o Tríduo Pascal, que compreende a Quinta-Feira, Sexta-Feira e o Sábado Santo, que prepara o ponto máximo da Páscoa: o Domingo da Ressurreição.
A Festa da Páscoa ou da Ressurreição do Senhor, se estende por cinqüenta dias entre o domingo de Páscoa e o domingo de Pentecostes, comemorando a volta de Cristo ao Pai na Ascensão, e o envio do Espírito Santo. Estas sete semanas devem ser celebradas com alegria e exultação, como se fosse um só dia de festa, ou, melhor ainda, como se fossem um grande domingo, vivendo uma espiritualidade de alegria no Cristo Ressuscitado e crendo firmemente na vida eterna.
Além dos tempos que têm características próprias, restam no ciclo anual trinta e três ou trinta e quatro semanas nas quais são celebrados, na sua globalidade os Mistérios de Cristo. Comemora-se o próprio Mistério de Cristo em sua plenitude, principalmente aos domingos. É um período sem grandes acontecimentos, mas que nos mostra que Deus se faz presente nas coisas mais simples. É um tempo de esperança acolhimento da Palavra de Deus. Este tempo é chamado de Tempo Comum, mas não tem nada de vazio. É o tempo da Igreja continuar a obra de Cristo nas lutas e no trabalho pelo Reino. O Tempo Comum é dividido em duas partes: a primeira fica compreendida entre os tempos do Natal e da Quaresma, e é um momento de esperança e de escuta da Palavra onde devemos anunciar o Reino de Deus; a segunda parte fica entre os tempos da Páscoa e do Advento, e é o momento do cristão colocar em prática a vivência do reino e ser sinal de Cristo no mundo, ou como o mesmo Jesus disse, ser sal da terra e luz do mundo.
O Tempo Comum é ainda tempo privilegiado para celebrar as memórias da Virgem Maria e dos Santos.
Baseando-se no terceiro mandamento da Lei de Deus (guardar os domingos e festas de guarda), a Igreja Católica estipula que todos os católicos são obrigados a irem à missa em todos os domingos e festas de guarda. Por isso, esta obrigação está também presente nosCinco Mandamentos da Igreja Católica. A maior parte das festas de guarda calham sempre num domingo (ex: Domingo de Ramos,Pentecostes, domingo de Páscoa, Santíssima Trindade, etc.), que já é o dia semanal obrigatório de preceito ou guarda. Então, as festas de guarda que podem não ser no domingo são apenas dez:
  • 1 de Janeiro - Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus;
  • 6 de Janeiro - Epifania
  • 19 de Março - Solenidade de São José
  • Ascensão de Jesus (data variável - quinta-feira da sexta semana da Páscoa)
  • Corpus Christi (data variável - 1ª quinta-feira após o domingo da Santíssima Trindade)
  • 29 de Junho - Solenidade dos Apóstolos São Pedro e São Paulo.
  • 15 de Agosto - Assunção de Maria
  • 1 de Novembro - Dia de Todos-os-Santos
  • 8 de Dezembro - Imaculada Conceição de Maria
  • 25 de Dezembro - Natal
Porém, nem todos os países e dioceses festejam e guardam estes dez dias de preceito, porque, "com a prévia aprovação da Sé Apostólica, [...] a Conferência Episcopal pode suprimir algumas das festas de preceito ou transferi-los para um domingo"

sábado, 1 de janeiro de 2011

O Brasil avacalhado

*Maria Lucia Victor Barbosa

Como um todo nunca levamos a sério coisas sérias. O brasileiro é um piadista nato e seu humor lhe basta. A informalidade é nosso forte e a moralidade nunca o foi. À massa basta futebol, carnaval, cerveja, celular, TV a cabo e a felicidade comprada em 12 prestações em lojas de departamento. Valores como honra passam longe da percepção coletiva. Sentimento de pátria ocorre para uns poucos que no exterior se deparam com algum símbolo nacional ou um forró em Nova York , executado para público de Terceiro Mundo. Entretanto, na era Lula/PT, justiça seja feita, se chegou a um grau de avacalhação nunca antes havido nesse país.

No plano urdido pelo principal grupo de poder petista, uma espécie de gabinete da sombra, o Brasil avacalhado é a ante-sala da ditadura do PT, que culminará sob a dominação de Rousseff. E esta é o golem de Lula da Silva, ou seja, a criatura que ele plasmou para lhe obedecer, humana apenas na aparência que a propaganda lhe confere, mas sem intelecto nem personalidade próprias. Como seu criador ela será uma figuração manejada ideologicamente por certas forças que o homem comum desconhece: o Foro de São Paulo que congrega a esquerda troglodita.

Mergulhado no mundinho fácil do consumo o povo abestalhado, ou abestado como diz o palhaço Tiririca que será eleito triunfalmente, aplaude o paizão Lula e votará na mãezona Rousseff, agora travestida de avó devotada. Tudo é propaganda na ante-sala do Estado Policial petista, cuja última façanha foi devassar o sigilo fiscal da filha, de parentes, de correligionários do candidato do PSDB, José Serra.

Mistura-se ao crime cometido na Receita Federal, órgão subordinado ao Ministério da Fazenda, que por sua vez é subordinado à presidência da República, a mentira descarada, a negação hipócrita dos envolvidos, todos do PT, a intriga que tenta infamar os adversários. E com maestria o PT faz aquilo que mais entende: transforma a vítima em culpada. O povo, que em sua maioria não sabe o que é Receita Federal, aplaude Lula da Silva enquanto corre solta a canalhice nos órgãos públicos. No Brasil o crime compensa desde que você seja um companheiro.

Não se contentando em atropelar a linguagem, cuspir palavrões, exibir sua costumeira vulgaridade, o paizão pula e berra nos palanques e na TV. Ele é o maior cabo eleitoral de seu golem e mente, mente e mente, porque lhe ensinaram que quanto maior a mentira mais o povo acredita. Descaradamente ele pergunta à platéia embevecida: “Cadê esse tal sigilo que não apareceu até agora?”. E acusa Serra de colocar a família como vítima da devassa fiscal feita pelos beleguins do PT.

Será que Lula da Silva gostaria, por exemplo, que fosse devassado o sigilo fiscal do seu filho Lulinha, aquele que de ex-funcionário de zoológico alcançou rápida e estrondosa ascensão financeira? Ou de outros membros de sua família que estão bem distantes das agruras do proletariado? Se o PSDB usasse as habituais e abjetas táticas de dossiês para infamar adversários, Serra já estaria preso e incomunicável, mas Lula e seu PT são impunes porque conseguiram em oito anos sem oposição dominar as mais importantes instituições, os grupos de pressão, os partidos políticos.

Lula avacalhou o Congresso e quer mais para Rousseff, elegendo também a maioria dos senadores. Avacalhou a Educação, a Saúde, o Enem, os Correios, a Petrobrás, a Receita Federal. Internacionalmente avacalhou nossa política externa apoiando ditadores, chamando dissidentes cubanos que morrem em greve de fome de criminosos comuns, se envolvendo em casos vergonhosos como o de Honduras, seguindo par e passo com Hugo Chávez e outros déspotas latino-americanos.

Indiferente, o povo abestalhado aplaude o paizão das bolsas-esmola, dos gordos lucros presenteados aos magnatas, da imprensa que, comprada com verbas oficiais repete a palavra e os hipotéticos feitos do dono.

Seis anos de bonança econômica internacional, o fiel cumprimento do Plano Real de Fernando Henrique Cardoso, muita propaganda e falatório do presidente da República, distorção de dados, nenhuma oposição produziram a sensação de que os indivíduos vão bem. Entretanto, o Brasil avacalhado vai mal. E vai piorar.

Que se cuidem os endividados pelo consumo irresponsável, os doentes que morrem nas filas do SUS, os que deixam as escolas como analfabetos funcionais, os que terão suas vidas devassadas com a quebra de sigilos bancários e fiscais, a mídia que será ferozmente censurada. Sem Poder Judiciário que proteja os cidadãos através da isonomia da lei, sem um Congresso que legisle em prol do bem comum, com a mídia amordaçada pelo futuro ministro da Mentira, à mercê de novos impostos para sustentar a pesada e aparelhada máquina pública, submetida à Constituição à lá Chávez que Rousseff pretende impor, a nação tiririca continuará a aplaudir. Brasileiro está acostumado a rir de sua própria desgraça e não tem complexo de vira-lata. Tem orgulho de ser vira-lata.

*este blogue concorda com o essencial: a crítica/denúncia ao governo Lula e seu PT e a ignorância consentida do povo brasileiro, os outros detalhes são opiniões expressas da autora.*
Fonte. http://www.blogalvarodias.com/2010/09/9218/comment-page-1/#comment-23196

Escala paroquial mês de Janeiro

Novenas do perpetuo socorro (terça-feira)
Missa da benção (sexta-feira)
Domingo
04/01
Missal: Gustavo
Microfone: Felipe
Coroinhas: Samara e Paulo
07/01
Missal: Michel
Microfone: Victor
Coroinhas: Tamile e Rita  
09/01
Batismo do senhor
Missal: tereco
Microfone: Victor
Coroinhas: silvani e Rita
Noite
Missal: Christian
Microfone: Michel
Coroinhas: Silvana e Natália
11/01
Missal: Michel
Microfone: tereco
Coroinhas: Ana Paula menor e Nayara
14/01
Missal: Rodrigo
Microfone: Christian
Coroinhas: neto e geivison
16/01
Manhã
Missal: Rodrigo
Microfone: Felipe
Coroinhas: Renata e Samara
Noite
Missal: James
Microfone: Gustavo
Coroinhas: Nayara e Rafaela
18/01
Missal: Victor
Microfone: Christian
Coroinhas: alexia e Andrei
21/01
Santa Inês
Missal: Ricardo
Microfone: tereco
Coroinhas: Renata e Matheus
23/01
Manhã
Missal: tereco
Microfone: Ricardo
Coroinhas: Matheus e Alex maior
Noite
Missal: Felipe
Microfone: James
Coroinhas: davily e alexia
25/11
Festa da cátedra de são Paulo
Missal: James
Microfone: Ricardo
Coroinhas: Ana Paula maior e kelvin
28/01
São tomas de Aquino
Missal: James
Microfone: Gustavo
Coroinhas: Tamile e kelvin
30/01
Manhã
Missal: Michel
Microfone: Victor
Coroinhas: Samara e davily
Noite
Missal: James
Microfone: tereco
Coroinhas: Paulo e Ana Paula menor

O "Dominus vosbiscum e a "Collecta", na Igreja de sempre e na Igreja do Concílio

O "Dominus vosbiscum" e a "Collecta" da Missa da Igreja de sempre.Terminado o "Glória in excelsis" cuja divinas verdades que leva-nos a refletir a nossa Fé do Cristo encarnado daquela jubilosa noite, o padre em pé caminha-se ao meio do altar, beija-o, volta-se aos fiés, com mãos juntas em sinal de preçe, canta: "Dominus vobiscum!"

Quando é um bispo celebrando é "Pax vobis!", em vez da frase acima. Como foi dito na postagem anterior, era também natural que só os bispos o "Glória in excelsis", cantada pelos anjos do nascimento de Cristo, também fose augurada aos mesmos. Só no século IX começou isso a mudar.

Os ministros ou acólitos respondem pelo povo: "Et cum spiritu Tuo".

Mais adiante e ternimando o "Dominus vobiscum", o padre e os ministros vão ao lado esquerdo, onde fica a Epístola - no lado direito é chamado Evangelho - a começar assim as leituras. Tem esse nome, porque é naquele lado a leitura das epístolas dos santos apóstolos. Mas antes, há orações da mesma. É a visibilidade do Magistério das leituras dos apóstolos feita pelo clero.
 
Antigamente, nas missas da Igreja de sempre nos primeiros séculos, com exceções hoje em certas missas do "Proprium de Tempore", avisa-se que os fiéis ajoelhasem, "Flectamus genua". Era assim guardado um momento de silêncio até que o diácono (hoje subdiácono) desse a ordem de se levantasse com um "Levate!".

Estamos agora na "Collectas" ou conhecido também como "Orações da Igreja". O significado dessa parte é para as necessidades da Cristandade que o padre reza duas, três ou mais intenções segundo o caráter da Missa do dia. Resumindo, vem do contexto da rezar por todos, recolhidos das intenções ou votos, que o celebrando os acolhe e pede, como sacerdote de Cristo, ao Sacerdote por excelência.

No Missal de sempre, há mais de 35 orações, para diversas necessidades espirituais e temporais dos fiéis. Por exemplo, há para a família, contra os perseguidores da Igreja, contra os malfeitores, contra a carestia, o terremoto, a seca e o mau tempo (penso do nossos irmãos catarinenses sem a Missa de sempre e, portanto, sem essa graça...); há ainda para salvar os animais, para impetrar o dom das lágrimas, a continência, paciência etc.

Se o papa ou bispo ordinário acharem melhor, eles podem acrescentar mais alguma por uma necessidade que achar melhor nessas orações da "Collecta". Isso é conhecido como "Imperatae" - orações prescristas.

Na "Collecta" há o louvor, a petição e a súplica.

Com o "amém", termina-se essa parte da Missa de sempre.

O "Dominus vosbiscum" e a "Collecta" da Missa da Igreja conciliar

Os documentos conciliares são sempre evolutivos sobre a liturgia da Igreja do Concílio, por isso não há um padrão visível definitivo, único e imutável. A Igreja conciliar, democrática e liberal, sempre é voltada ao senso fiel do povo. Por isso a ambiguidade é necessária para que cada comunidade faça seu próprio rito no rito de Paulo VI. Se há campanha a fim de salvar a liturgia conciliar, é porque há um desejo de um rito na concepção modernista mais conservadora. É, portanto, mais um rito no rito somente.

Geralmente vemos o padre cantar no vernáculo, sem o beijo no altar antes, em pé, no meio e em frente do altar-mesa, voltado sempre ao povo: "O senhor esteja convosco".

Também o bispo há uma oração própria a essa petição de oração ao povo. Este geralmente distraído depois de ouvir uns "glorinhas" alegres até demais.

Depois da oração, o povo responde (neste país usa-se uma resposta gnóstica do "Ele está no meio de nós" que assim quis a C.N.B.B. ) a começar a outra parte da Missa.

Entra em cena agora a "liturgia da palavra", porque a palavra é tudo no Missal da Igreja do Concílio. No presbitério, se vê leigos: moços ou moças, velhos ou velhas, meninos ou meninas. Porque tudo mundo é papa na Igreja conciliar.

Há infinitas particularidades que se pode presenciar nessas leituras no ambão nessas missas: jovezinhas de calça jeansapertada com aqueles folhetos dominicais heréticos, mulheres no acolitado cantando no Sábado do Aleluia, pessoas fantasiadas se for algum evento de caráter festivo, abortistas na Canção Nova etc. Logo, pode se imaginar de tudo.

No Missa da Igreja do Concílio, a figura do padre é somente mero presidente. Assim o sacerdote é como que fosse mera figura relativa e quase secundária. Porque o povo é obrigado a participar na Missa do Concílio, e não assisti-la. Daí que muitas missas nova são barulhentas e quase sem momentos para pausa silenciosa também.

Na "Collecta", o padre, presidente da celebração, reza a oração do dia. Não há sentido de impetrar por dons espirituas na "Collecta" principalmente se for uma Missa de carismáticos...

Quantas orações há na "Collecta" que se pode rezar o padre?

Não importa isso também. Todo fiel está "salvo" no mundo da Igreja conciliar.

E assim termina tudo isso com um "Amém"...

''Chega de missa criativa, na igreja silêncio e oração'', diz o Cardeal Cañizares


Cardeal Antonio Cañizares Llovera, com a Capa Magna.

A liturgia católica vive “uma certa crise” e Bento XVI quer dar vida a um novo movimento litúrgico, que volte a trazer mais sacralidade e silêncio à Missa, e mais atenção à beleza no canto, na música e na arte sacra.
O Cardeal Antonio Cañizares Llovera, 65 anos, Prefeito da Congregação para o Culto Divino, que enquanto bispo na Espanha era chamado de “o pequeno Ratzinger”, é o homem ao qual o Papa confiou esta tarefa. Nesta entevista a Il Giornale, o “ministro” da liturgia de Bento XVI revela e explica programas e projetos.
Como cardeal, Joseph Ratzinger havia lamentado uma certa pressa na reforma litúrgica pós-conciliar. Qual é a sua opinião?
A reforma litúrgica foi realizada com muita presa. Havia ótimas intenções e o desejo de aplicar o Vaticano II. Mas houve precipitação. Não se deu tempo e espaço suficiente para acolher e interiorizar os ensinamentos do Concílio; de repente, mudou-se o modo de celebrar.
Recordo bem a mentalidade então difundida: era necessário mudar, criar algo novo. Aquilo que havíamos recebido, a tradição, era visto como um obstáculo. A reforma foi entendida como obra humana, muitos pensavam que a Igeja era obra de nossas mãos e não de Deus. A renovação litúrgica foi vista como uma investigação de laboratório, fruto da imaginação e da criatividade, a palavra mágica de então.
Como cardeal, Ratzinger havia prognosticado uma “reforma da reforma” litúrgica, palavras atualmente impronunciáveis, mesmo no Vaticano. Todavia, parece evidente que Bento XVI a deseje. É possível falar dela? 
Não sei se é possível, ou se é conveniente, falar de “reforma da reforma”. O que vejo absolutamente necessário e urgente, segundo o que deseja o Papa, é dar vida a um novo, claro e vigoroso movimento litúrgico em toda a Igreja. Porque, como explica Bento XVI no primeiro volume de sua Opera Omnia, em relação à liturgia se decide o destino da fé e da Igreja. Cristo está presente na Igreja através dos sacramentos. Deus é o sujeito da história, e não nós. A liturgia não é uma ação do homem, mas de Deus.
O Papa, mais que decisões impostas de cima, fala com o exemplo. Como ler as mudanças introduzidas por ele nas celebrações papais?
Acima de tudo, não deve haver nenhuma dúvida sobre a bondade da renovação litúrgica conciliar, que trouxe grandes benefícios para a vida da Igreja, como a participação mais consciente e ativa dos fiéis e a presença enriquecida da Sagrada Escritura. Mas além destes e outros benefícios, não faltaram sombras, surgidas nos anos seguintes ao Vaticano II: a liturgia, isso é fato, foi “ferida” por deformações arbitrárias, provocadas também pela secularização que desgraçadamente atinge também dentro da Igreja. Consequentemente, em muitas celebrações já não se coloca Deus no centro, mas o homem e seu protagonismo, sua ação criativa, o papel principal é dado à assembléia. A renovação conciliar foi entendida como uma ruptura e não como um desenvolvimento orgânico da tradição. Devemos reaviver o espírito da liturgia e para isso são significativos os gestos introduzidos nas liturgias do Papa: a orientação da ação litúrgica, a cruz no centro do altar, a comunhão de joellhos, o canto gregoriano, o espaço para o silêncio, a beleza na arte sacra. É também necessário e urgente promover a adoração eucarística: diante da presenção real do Senhor, não se pode senão estar em adoração.
Quando se fala de uma recuperação da dimensão do sagrado, há sempre quem apresente tudo isso como um simples retorno ao passado, fruto de nostalgia. Como o senhor responde? 
A perda do sentido do sagrado, do Mistério, de Deus, é uma das perdas de consequências mais graves para um verdadeiro humanismo. Quem pensa que reavivar, recuperar e reforçar o espírito da liturgia e a verdade da celebração é um simples retorno a um passado superado, ignora a verdade das coisas. Colocar a liturgia no centro da vida da Igreja não é em nada nostálgico, mas, pelo contrário, é garantia de estar a caminho em direção ao futuro.
Como julga o estado da liturgia católica no mundo?
Diante do risco da rotina, diante de algumas confusões, da pobreza e da banalidade do canto e da música sacra, pode-se dizer que há uma certa crise. Por isso é urgente um novo movimento litúrgico. Bento XVI, indicando o exemplo de São Francisco de Assis, muito devoto do Santíssimo Sacramento, explicou que o verdadeiro reformador é alguém que obedece a fé: não se move de maneira arbitrária e não se arroga nenhuma discricionariedade sobre o rito. Não é o dono, mas o custódio do tesouro instituido pelo Senhor e confiado a nós. O Papa, portanto, pede à nossa Congregação promover uma renovação segundo o Vaticano II, em sintonia com a tradição litúrgica da Igreja, sem esquecer a norma conciliar que prescreve não introduzir inovações exceto quando as requererem uma verdadeira e comprovada utilidade para a Igreja, com a advertência de que as novas formas, em todo caso, devem surgir organicamente das já existentes.
O que pretende fazer como Congregação?
Devemos considerar a renovação litúrgica segundo a hermêutica da continudade na reforma indicada por Bento XVI para ler o Concílio. E para fazê-lo, é necessário superar a tendência de “congelar” o estado atual da reforma pós-conciliar, de um modo que não faz justiça ao desenvolvimento orgânico da liturgia da Igreja.
Estamos tentanto levar adiante um grande empenho na formação dos sacerdotes, seminaristas, consagrados e fiéis leigos, para favorecer a compreensão do verdadeiro significado das celebrações da Igreja. Isso requer uma adequada e ampla instrução, vigilância e fidelidade nos ritos, e uma autêntica educação para vivê-los plenamente. Este empenho será acompanhado pela revisão e pela atualização dos textos introdutórios de diversas celebrações (prenotanda). Somos conscientes também de que dar impulso a este novo movimento não será possível sem uma renovação pastoral da iniciação cristã.
Uma perspectiva que deveria ser aplicada também à arte e à música…
O novo movimento litúrgico deverá fazer descobrir a beleza da liturgia. Por isso, abriremos uma nova seção em nossa Congregação dedicada à “Arte e música sacra” a serviço da liturgia. Isso nos levará a oferecer, o quanto antes, critérios e orientações para a arte, canto e música sacras. Como também pensamos em oferecer o mais rápido possível critérios e orientações para a pregação.
Nas Igrejas desaparecem os genuflexóriosa Missa às vezes é ainda um espaço aberto à criatividade, são cortadas inclusive as partes mais sagradas do cânonComo inverter esta tendência?
A vigilância da Igreja é fundamental e não deve ser considerada como algo inquisitório ou repressivo, mas como um serviço. Em todo caso, devemos tornar todos conscientes da exigência, não só dos direitos do fiéis, mas também dos “direitos de Deus”.
Existe também o risco oposto, isto é, o de se crer que a sacralidade da liturgia depende da riqueza dos paramentos: uma posição fruto de esteticismo que parece ignorar o coração da liturgia…
A beleza é fundamental, mas é algo muito distintito de um esteticismo vazio, formalista e estéril, no qual se cai às vezes. Existe o risco de se acreditar que a beleza e a sacralidade da liturgia dependem da riqueza ou da antiguidade dos paramentos. É necessário uma boa formação e uma boa catequese baseada no Catecismo da Igreja Católica, evitando também o risco oposto, o da banalização, e atuando com decisão e energia quando se recorre a costumes que tiveram seu sentido no passado, mas que atualmente não têm ou não contribuem de nenhum modo para a verdade da celebração.
Poderia nos dar alguma indicação concreta sobre o que poderia mudar na liturgia?
Mais que pensar em mudanças, devemos nos comprometer em reaviver e promover um novo movimento litúrgico, seguindo o ensinamento de Bento XVI, a reaviver o sentido do sagrado e do Mistério, pondo Deus no centro de tudo. Devemos impulsionar a adoração eucarística, renovar e melhorar o canto litúrgico, cultivar o silêncio, dar mais espaço à meditação. Disso surgirá as mudanças…